NATIONAL INSTITUTE OF AGING (EUA)
Peritos reunidos por iniciativa do Instituto Americano do Envelhecimento concluiram que a eventual utilização de um teste genético para avaliar o risco de uma dada pessoa vir a contrair a doença de Alzheimer não deve ser considerada antes que estudos mais aprofundados tenham demonstrado a validade do teste. A utilização de um teste deste tipo não fornece muita informação às pessoas sobre o seu risco efetivo de contrair a doença e só serviria para assustar de forma desnecessária aquelas que viessem a pensar que são portadoras da forma aparentemente nociva do gene, podendo ainda levá-las a serem discriminadas no emprego e pelas companhias de seguros.


