UNIVERSIDADE WASHINGTON, em Saint Louis, Missouri (EUA)
Os pesquisadores descobriram mais um gene que pode estar associado ao aparecimento da doença. Os cientistas estudaram um gene do cromossoma humano nº 14, de nome "presenilina" (PS), que possui duas variantes (PS1 e PS2), sendo que todas as pessoas têm duas cópias do gene no seu património genético, uma vinda do pai e a outra da mãe, o que dá origem a três configurações genéticas possíveis: (PS1+PS1); (PS1+PS2); (PS2+PS2). Foram pesquisadas as configurações genéticas de cerca de 200 pessoas com mais de 65 anos, que sofriam de Alzheimer, e comparadas com as de 185 pessoas sãs, da mesma faixa etária. Os centistas verificaram que aquelas que padeciam de Alzheimer apresentavam mais frequentemente a configuração (PS1+PS1) nos seus genes, do que as que não padeciam da doença.


