UNIVERSIDADE JOHNS HOPKINS, em Baltimore (EUA)
Pesquisadores estudaram, entre 1980 e 1994, a ação a longo prazo de três tipos diferentes de calmantes da dor -- a aspirina, os anti-inflamatórios não-esteróides (AINS) e os acetaminofenos -- junto de 2.065 pessoas idosas. E descobriram que as pessoas tratadas regularmente com AINS -- e apenas essas -- beneficiavam-se de uma redução da incidência da doença que variava entre 30 e 60 por cento conforme a duração do tratamento.


