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UNIVERSIDADE DE TENESSE, Memphis (EUA)

Dois grupos de cientistas trabalham com a possibilidade de reprodução das células cerebrais. Os estudos, que estão sendo realizados a partir de células-tronco de camundongos e de humanos, baseiam-se na hipótese de que as células-tronco, também chamadas de células não especializadas, poderiam reparar áreas danificadas do cérebro, pois têm o poder de se transformar em células de qualquer tecido. O estudo com humanos retirou amostras de tecido cerebral de pacientes vivos, com idade entre 24 e 57 anos, e conseguiu reproduzi-los em laboratório, onde estão sendo cultivados nos tubos de ensaio. O mesmo, basicamente, foi conseguido com as células dos ratos. Os estudos abrem caminho para os transplantes das próprias células-tronco nos pacientes, visando a regeneração celular. A crença de que o cérebro não se regenera caiu em 1977, com a descoberta da produção de novos neurônios em roedores. A neurogênese, como é chamada, foi verificada depois em macacos, no ano de 1988, e em humanos, no ano de 1998.