MEMANTINA
Em artigo publicado na revista New England Journal of Medicine, em abril de 2003, os cientistas da Escola de Medicina de Nova York manifestaram-se no sentido de que a Memantina -- utilizada contra o mal de Parkinson -- pode deter os efeitos devastadores da doença de Alzheimer. Ambas as doenças são do tipo neurológico degenerativo e incurável. Em suas últimas fases, o mal de Parkinson produz uma incapacidade de controle motriz, enquanto que no de Alzheimer, o efeito principal é a perda da memória. Segundo os cientistas, o medicamento reduz o declive mental das pessoas que sofrem formas moderadas ou graves de Alzheimer, uma doença que afeta anualmente cerca de 15 milhões de pessoas no mundo.


