A doença de Alzheimer recebeu este nome porque em 1907 o neurologista alemão Alois Alzheimer a descreveu pela primeira vez. Desde então, a ciência vem descobrindo novos aspectos desta doença.

Hoje sabe-se que a Doença de Alzheimer (DA) é uma doença progressiva e degenerativa que compromete funções neurológicas, afetando a memória, o comportamento, a linguagem, o raciocínio, as habilidades intelectuais, motoras e se instala lentamente; leva de 5 a 15 anos entre os primeiros sintomas e o óbito.

Evolução da doença

Seus primeiros sintomas muitas vezes passam despercebidos e são tomados como comportamentos normais do envelhecimento, uma vez que a Doença de Alzheimer é mais freqüente em pessoas acima de 65 anos, mas também pode acometer pessoas com 50 anos ou menos.

Como os sintomas são progressivos a evolução da doença passa por 3 estágios bem definidos: leve, moderado e grave.

No primeiro estágio, os portadores da Doença de Alzheimer apresentam mudanças no comportamento, pequenos esquecimentos, dificuldade para organizar sua rotina, cozinhar, dirigir, fazer troco, descuido na aparência.

Com a progressão da doença, os sintomas iniciais se tornam mais intensos, com perda acentuada da memória, dificuldade para se localizar nas redondezas e até mesmo dentro de casa, fazer cálculos, ler ou escrever. Passa a não tomar mais decisões tão simples como escolher o que quer beber ou escolher suas roupas e vestir-se, dificuldade para se alimentar, dificuldade para fazer a higiene pessoal, limitação motora, dificuldade na fala, alteração no comportamento.

No estágio mais avançado o paciente passa a ser dependente total da família ou do cuidador.

O que pode ser feito:

Assim que os primeiros sintomas são percebidos deve-se procurar ajuda médica.

O diagnóstico precoce é importante.

Imprescindível uma assistência médica adequada, com especialistas que conheçam a doença e sua evolução.

Embora não tenha cura, alguns sintomas precisam ser tratados. A ciência ainda não encontrou cura para a Doença de Alzheimer, mas muito se pode fazer tanto para o doente quanto para sua família, através dos grupos de apoio.

 
 
 
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